Esmaltes pra que (não) te quero: o retorno

18 de abril de 2018

Bom, trouxe aqui minha mini coleção de esmaltes, se é que se pode chamar esse pequeno número de coleção. Agora que fui contar percebi que são apenas 10, rs. Há uns anos eu havia publicado dois posts sobre isso: este, que está com as fotos péssimas, desculpem por isso; e este, que mesmo mais recente, faz certo tempo. Depois deles eu ainda tive mais esmaltes, porém como esse post irá mostrar, me livrei da maioria (aliás, de todos, pois dos que tinha naquela época acho que não sobrou nenhum...).

Meu objetivo aqui é, além de mostrar como minha coleção diminui porque mudei meus gostos e afins, ter uma breve reflexão sobre consumismo, acumulação, minimalismo etc. O que vou abordar vai ser minha experiência, então não é para dizer que não se deve ter coleções com muitos itens, mas para fazer refletir e rever alguns conceitos, ok?


Vou mostrar por cor, pois como dá pra ver na foto inicial é só isso que sobrou de uma limpa que fiz há mais de dois anos. Ah, deixei de fora os top coats/bases, pois esse tipo é um complemento e não cores de esmalte em si, né?

Estes são os mais claros que tenho, pois não ando com muita vontade de esmaltes nudes e muito clarinhos. Sendo assim esses três são os únicos mais puxados para cor pastel que tenho hoje. O primeiro da fila, Risqué De Rosé Com A Vida, é um rosa meio prata cintilante, que achei bem bonito e resolvi comprar para ter uma cor que "pudesse usar em época de Ano Novo", obviamente é só uma desculpa, haha. O Arábia é um cinza com fundo azul que fica chique. E o Cinza da Pavel Urban é meio marrom e o tom nude-mas-escuro que tenho, rs.

Os vermelhos, para quem ainda não sabe, são minhas cores preferidas. Mas na verdade esse da Risqué tá mais para rosa escuro que vermelho. De qualquer modo é escuro, que como disse, tem sido mais a minha vibe de agora. Aí temos dois vermelhos que se passar os olhos muito rápido vão achar que são iguais, mas evidentemente não o são, pois tem os nomes diferentes, rs. O Paixão é mais aberto, enquanto o Ruby tem um fundinho azulado. Gosto é de misturar os dois, uma camada de cada um e fica um tom entre eles, que para mim é como se fosse "o vermelho perfeito".

Por fim, aqui estão os ainda mais escuros, que ficam entre roxos, azul e preto. Os dois primeiros são roxos, porém em tons diferentes. O da Panvel Urban é um roxo mais fechado, quase indo pro preto; e o da Anita mais cremoso, por assim dizer. Já o mostrei aqui. Esse da Maybelline tem tom azul, mas como o Roxo ele é bem fechado quase preto. Comprei achando que ele era tipo o da Panvel e quando fui usar, era azul, haha. E aí temos o preto Cisne Negro da Vult. Um dos melhores esmaltes pretos que já usei. Com a vantagem que o aplicador da Vult é facilitador demais, sendo achatadinho como os outros deveriam ser. =P

Então minha coleção se resume a apenas estes 10 esmaltes. 

Comentei um pouco mais acima que fiz uma limpa na minha coleção uns dois anos atrás e isso foi devido a mudança para o Chile. Não teria como levar tantas coisas assim, por isso diminui vários itens ao levar a pequena mudança, incluindo os esmaltes.
Durante a moradia lá, fui me livrando de mais alguns que já não faziam meu estilo ou estavam vencidos, e adquiri uns aqui outros ali. Terminou com essa paleta de cores vista acima. 

Na bem da verdade eu tenho tentado dar uma diminuída em várias coisas, como as maquiagens, roupas e até os livros. E começando pelos esmaltes, percebi que estava acumulando muita coisa que eu nem usava direito. Todo o processo foi bom para enxergar que eu não preciso ter uma coleção gigantesca de nada para provar que gosto daquilo em si. Eu adoro maquiagem, mas não preciso ter milhões de produtos para mostrar o quanto gosto, até porque nem sempre tenho vontade de me maquiar, entendem? Estou procurando mais informações sobre minimalismo também, que meio que diz isso: você pode ter coisas, mas faça bom proveito delas. Ou algo assim, hehe. Estou estudando ainda, devagar introduzindo isso em vários aspectos da vida... 

O bom de tudo isso é que agora eu tenho uma coleção de esmaltes que é mais a minha cara. Antes parecia que eu comprava só pela cor bonita, mas nem pensava muito se gostava de usar, se achava bonito em mim. Porque você pode até ver uma pessoa usando e achar lindo, porém você tem que gostar em você para ser a "desculpa" em comprar mais uma cor, sabe? E isso tem a ver com autoestima, conhecer o próprio estilo e o que sente confortável em usar. Analisando esses aspectos conclui que o melhor a fazer era otimizar para que eu tivesse só produtos, roupas, livros que fosse realmente consumir. Está sendo aos poucos, mas um bom aprendizado.

Enfim, daria mais assunto pra manga, mas por enquanto era só pincelar sobre que eu queria, hehe.
Espero que as resumidas reflexões ajudem alguém mais a repensar nesses assuntos, para uma vida mais leve e menos consumista. ;)

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